Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Iates “Amélia”

Sucinta história do Yacht Amelia.

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"Não sou poeta | Não te sei falar de amor"

«(...)
Quem me dera fazer poesia
Inspirada na minha paixão
Inventar sofrimento, agonia,
O amor de Platão

Quem me dera chamar-te de musa
Em sonetos e coisas que tais
Uma escrita solene e confusa
Com palavras a mais

Eu não sou poeta, não
Não sou poeta
Nunca fui um grande sofredor
Eu não sou poeta, não
Não sou poeta
Não te sei falar de amor
(...)»

De um verdadeiro poeta, Carlos Paião.

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Resta saber se fará alguma coisa pela Causa...ou será mais um

Os efeitos de um monárquico no prestígio de um país são generalizadamente imediatos.
Um homem que pensa sempre livre, numa óptica de união pelo país e sem influência de PARTidos...tem outra amplitude e margem de progresso.
Imagine-se se mais verdadeiros monárquicos assumissem o controlo do País!?

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No Canadá

Duque de Bragança visita comunidade portuguesa no Canadá.

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Logo com D. Manuel I, logo esse

Ficou melhor senhores e senhoras de Tomar, sem dúvida. 
As referências estão à vista….e logo comparativamente a D. Manuel I, logo esse!

Fonte - Aqui.

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Corvo


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WEEK SOUNDZZZzzz!




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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Dá Tempo ao Tempo


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Obra sobre um dos homens que esteve à beira de endireitar Portugal

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Degradando-nos

Correlação à entrevista que decorreu no programa da Antena 2 “Quinta Essência”, dedicada à recente obra sobre a nossa Rainha “Dna. Amélia”, não podia estar mais de acordo com a conclusão a que chegaram ambos os intervenientes, concretamente o autor José Alberto Ribeiro e o responsável do programa, João Almeida, que exclamou:
 
 
Acrescentava apenas: que ficou, não deixa de ficar e não recupera para um estatuto de desenvolvimento que possa evoluir, novamente, para a independência e liberdade de uma Monarquia, isto à semelhança daqueles que são os países mais desenvolvidos do mundo nos mais importantes índices: monarquias constitucionais.

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Nomenclatura, todavia, no Portugal recente, já não é de admirar…

Como diz o nosso nobre povo..."dividir para reinar”. Sempre achei graça à definição deste Código.

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Porque será que não usou a palavra república...?

Ouvido sábado na SIC, dito por Sócrates:

"A política é o REINO da opinião".

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"A aurora de uma Nova Monarquia"

Um interessante texto publicado na Plataforma de Cidadania Monárquica.
 
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Se ainda tivesse sido só com o fado...

«A esquerda portou-se mal com o fado.»

Carlos do Carmo, in Atual, Expresso, de 26-10-2013.

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Música qualitativa

O tempo é o maior determinador da qualidade de uma música.
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Identificação 100%

«A nobreza de alma reconhece-se, em parte, pelo modo orgulhoso e magnífico como ela ataca: sempre a direito.»

Desconheço o autor.

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Entrevista com o Dr. Luís Lavradio

Parabéns ao David pelo artigo.

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WEEK SOUNDZZZzzz!

Irei vê-la esta semana.

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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Sophia de Mello Breyner Andresen

Uma senhora que amava Portugal, defendendo, sem vacilar um milímetro, a libertação plena da sua democracia por via da melhor forma hodierna de potenciação: uma Monarquia Constitucional.

94.º aniversário de Sophia de Mello Breyner Andresen (6 Novembro 1919—2004)


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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

(Des)União Nacional

O Presidente Cavaco Silva questionou-se hoje, perante os jornalistas, porque razão a classe política não dá, à semelhança da vizinha Espanha, um manifesto exemplo de união e conjunto perante a crise e perante o futuro do País.
 
Eu respondo-lhe Sr. Presidente: a culpa é do Rei que assassinaram no dia 1-2-1908, nunca foi do sentido individualista e não colectivista da república que já perdura 103 anos, nunca foi! A culpa nunca foi dos republicanos que vez alguma puseram os seus interesses à frente dos pátrios!
 
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)