Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sexta-feira, 23 de junho de 2017

Desabraçados

Não sei se alguns monárquicos se reveem nisto, mas tenho a sensação que, quando se é verdadeiramente monárquico, abraçamos de tal modo esta Causa que, por muitos e muitas vezes, somos paralelamente desabraçados.

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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

In memorian | David Garcia (19/7/1979 - 21/10/2014)

Embora nunca o tenha conhecido pessoalmente, apenas através de uma rede social, nada coíbe-me de chamar o amigo David Garcia disso mesmo: amigo.

Nunca esquecerei o apoio incondicional e vincado por ele prestado, especialmente quando criei, em 2012, o movimento de cidadania, não institucional e apartidário, “Cidadania pela Monarquia: Melhor Democracia!”, o qual se inseria no programa do Governo designado "O Meu Movimento". Nada pedi ao David, mas ele, por sua pronta vontade, quis ajudar e ajudou. A iniciativa ficou posicionada numa honrosa 23.ª posição, num total de 324 movimentos oficializados. Nunca esquecerei esse seu gesto.

Conheci o David há cerca de 4 anos e, desde logo, percebi a dedicação que investia na defesa e recuperação de Portugal por via da instauração de uma nova e moderna Monarquia Constitucional.

Sempre considerarei o David um corajoso e verdadeiro monárquico. Conheci (e conheço) poucos como ele nesta difícil empresa. Ele incorporava, na minha óptica, um restrito e valoroso grupo de monárquicos portugueses realmente puros e bem-intencionados.

O seu título era Portugal e a sua nobreza era defender o seu Rei de forma frontal, objectiva, íntegra e incondicional.

O David legou-nos, de sua autoria, excelentes textos de informação e divulgação sobre a monarquia portuguesa, tendo sido um incansável activista em diversos meios de informação electrónica.

Foi merecedor, muito justa e legitimamente, pois tinha pensamento escrito para isso, da integração no Conselho Monárquico da Causa Real.

Apresento as minhas sentidas condolências à sua família e amigos.

Até sempre David!

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terça-feira, 17 de agosto de 2010

«Se a Constituição deixasse…»

Fontes - Semanário Expresso, Primeiro Caderno, 14/08/2010, páginas 14 e 15 | Causa Monárquica.
Comentário – Foi um inteligente destaque do Expresso, abordando a democracia num esplendor que já há muito, muito tempo não se verificava na imprensa escrita dita de 1.ª água.
Daria apenas uma nota menos positiva à primeira página deste semanário, pois no título remissivo é dito: “Meio CDS apoia a monarquia”. Julgo ser um conteúdo por demais conotativo e assim bastante desfasado da realidade agora cada vez mais efectiva, bem como da qualidade do desenvolvimento a páginas 14 e 15 respectivamente.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)