Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

segunda-feira, 27 de abril de 2020

Believe

«I don't believe in many things
But in you I do»

Autoria de Mick Hucknall

© BMG Rights Management US, LLC, Sony/ATV Music Publishing LLC, Warner/Chappell Music, Inc, EMI Music Publishing

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sábado, 25 de abril de 2020

Um dia tristíssimo, mas elucidativo

Tomando por referência o pilar máximo de um sistema político nacional, a sua Constituição, o atual Regime leva hoje precisamente 46 anos (1976-2020), mais tempo que o anterior Regime, nem 41 anos (1933-1974).

Com a grave, ilógica, autoritária e desrespeitadora cerimónia que decorre na Assembleia da REPÚBLICA para com os portugueses, imposta pela nova Brigada dos Reumáticos, agora de esquerda, não só revela, até pelo próprio semblante do Presidente da República, que este Regime está a morrer e, sobretudo, como referia há pouco a deputada do PAN, em que quase tudo faltou para "cumprir abril", todos e mesmo todos, sem exceção, perceberam hoje, categoricamente, que após o dia 24/4/1974, continua a não ser "O POVO QUEM MAIS ORDENA".


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quinta-feira, 23 de abril de 2020

Uma vez que todos vamos morrer de alguma coisa...

Da mesma forma que muitos defendem/ram, obsessivamente, a MORTE de idosos que, alegadamente, já não tivessem nada para se apegar à vida, paralelamente, não é legitimo que um idoso, que é um cidadão igual a mim de plenos direitos, e que esteja de boa saúde, não possa ter a liberdade para usar e desfrutar da sua VIDA, sobretudo, quando sabe que o seu caminho começa, em tempo, a estreitar-se e encontra-se, simultaneamente, pelo Estado, confinado e longe dos seus entes queridos, sejam netos, filhos ou outros?
Se, por um lado, pode ser casuístico eutanasiar um idoso que queira morrer porque está disposto a despender a vida, não pode, por outro lado, ser, igualmente, casuístico libertar um idoso que queira, dentro dos parâmetros de segurança coletiva, estar disposto a abraçar a vida, despendendo uma ligeira hipótese de poder, eventualmente, arrisca-lá por desígnios maiores: o apego a ela, aos seus, à natureza ou outros ? 



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terça-feira, 21 de abril de 2020

O honesto ataque de Trump, está a sair-lhe cobardemente caro

Sem ser 'SARScástico' é este que é o grande problema da China...

Sublinho que o artigo não foi escrito por um jornal pro Trump americano, europeu, indiano ou japonês, foi pela Aljazeera, repito, pela Aljazeera. Grave.

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segunda-feira, 20 de abril de 2020

SELECTION SOUNDZZZzzz! Part IX


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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part VIII


Made in Portugal


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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part VII



Em Português


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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part VI


Made in Portugal


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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part V


Made in Portugal

No contexto português e do fado contemporâneo, que, na minha opinião, não pode desrespeitar os contornos formais do tradicional, este tema atinge a excelência. Parabéns à Ana Moura, apesar de achar que aquelas que têm a voz, presentemente, que melhor aprofunda e atinge o âmago do fado, são a Carminho e a Gisela João.
Quanto ao "Desfado", tivesse sido cantado pela Amália no seu apogeu de voz, talvez fosse um dos melhores temas de sempre na história do fado.


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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part IV


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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part III


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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part II



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SELECTION SOUNDZZZzzz! Part I


Made in Portugal



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domingo, 19 de abril de 2020

Green Book


Enquanto as televisões generalistas passam, na maior parte desta época Natalícia, filmes que são autênticos anti estimulantes para o cérebro, recomendo, salvo opinião diversa, este para verem como verdadeiro filme de Natal: Green Book.

Além de filme adequado à presente época é, simultaneamente, uma película abrangente, séria e honesta sobre a porcaria que é o racismo e que são os racistas!

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Dna. Maria Adelaide

Esta foto remonta a 2011 e foi tirada à Sra. Maria Adelaide, de profissão Merceeira, aquando de uma arruada monárquica na cidade que viu nascer Portugal: Guimarães.
Esta distinta senhora é muito importante, no contexto presente, para explicar (ou não explicar...) o que é ser monárquico no nosso País.
Corroborando o texto do amigo Lopo Maria Albuquerque, também, à data, escrevi isto.


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Um verdadeiro monárquico é assim

Muitos diriam, foi dar a quem já tem…

Apenas um monárquico entende isto: o que Donald Gosling fez foi o que, em república, seria uma doação ao Estado, mas que para ele há algo acima: o País. A Rainha para Gosling e qualquer monárquico, seja português, sueco, dinamarquês, japonês ou britânico, é o País personificado. Esta é uma das grandes diferenças de um monárquico para um republicano. O símbolo maior é humano e não abstrato.

Post Scriptum: ...Este foi um ato elegante de Donald Gosling, pois sendo amigo próximo da Família Real, deveria saber o quanto deve ter custado a ela ter de abdicar do Britannia, de modo a reverter o seu dinheiro aos britânicos.
Nunca esquecer que em países como Inglaterra ou Portugal, antes de haver um povo, houve primeiro um Rei.

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Ciro II

Um grande Rei Persa.

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"Não havia gente de cor a jogar em Inglaterra

Quando o desporto, in casu, o futebol, é raramente aquilo que devia ser: cultura, saber, ciência, espetáculo, civilização, referência de união e de progresso, política de saúde, etc, etc.

O melhor, potencialmente, o único programa "de bola" (como muitos jocosos pseudo intelectuais, em Portugal, gostam de apelidar) cuja categoria é, de facto, elevadíssima.

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10%

«Os políticos corruptos fazem que os outros 10% pareçam maus»

Henry Kissinger (1923)

Imagem - The Economic Times ©️

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Organismo gigante

«Todos fazemos parte de um organismo gigante que respira e se adapta»

Christina Koch


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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)