Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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domingo, 10 de novembro de 2024

"Memorial for the unborn child"

"Memorial for the unborn child" | "Memorial à criança não nascida"

Peça escultórica da autoria do checo Martin Hudácek.
O conceito da obra assenta sobre os seguintes pressupostos:
- A mãe é mármore expressando o peso e a dor.
- A criança é translúcida como o perdão.



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Da matança

"O aborto não foi propriamente aprovado em referendo, mas sim a sua despenalização ou a não condenação da mulher que o pratica."

José Barros Oliveira, in Sol, de 19/7/2024, pág. 47.

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domingo, 31 de julho de 2022

A retoma do Progresso

«Quão insondáveis são os juízos do Senhor, quão inescrutáveis são os Seus caminhos...»

(II Samuel 7:18).

O caso Dobbs vs JWHO levou o Supremo Tribunal dos Estados Unidos a decidir rejeitar dois precedentes judiciais, Roe vs Wade (1973) e Planned Parenthood vs Casey (1992) revertendo a decisão do aborto geral no País num modo de responsabilização dos políticos, sabendo que existem muitos Estados, e bem, anti aborto.

Ora, esta semente do bem foi deixada antes do senhor infra ser escorraçado pela "Democracia", ou a alegada pesagem, qual quilograma, de votos suspeitos, concretizada pela difícil formação do novo painel de juízes daquela instância judicial.

Católicos, apelemos à consciência e, sendo justos, quem fez mais pelo futuro, pelo humanismo e até pelo cristianismo, abrindo, objetivamente, a reversão da exterminação de seres humanos não nascidos, com ondas de choque relevantes? Foi este senhor infra ou o Vaticano II? Quem operou efetivamente, melhor e no essencial, em nome de Deus? Deixemo-nos de mais paleio e contornos para justificar aquilo que já é claro aos olhos de qualquer um...

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domingo, 3 de julho de 2022

E o direito do pai?

Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG) ou Exterminação Fetal como é designada tecnicamente no UK.

Na ordem liberal, os pequenos seres humanos, a serem indefesa e impiedosamente mortos, são estripados com técnicas e peças absolutamente medievais em nome do corpo da mulher, como se a vontade futura deles tivesse alguma culpa por terem sido gerados. Em suma, a IVG além de contrariar o primeiro princípio de todos, o da vida, e em seguida o do humanismo, ou seja, de nos perpetuarmos na vida, em vez de se investir na formação quanto à gestão de um seio familiar, atalha-se pelo caminho mais fácil: assume-se o "problema" como um contracetivo e envereda-se pela via da morte do nascituro.

Porém, este processo da IVG que prevê o tal direito ao corpo da alegada mulher-mãe, não incorpora um direito para a outra parte que gera a vida de um novo ser humano: o do pai.

Ora, a natureza, por via do exemplo do Pinguim Imperador, ensina-nos. É o progenitor que aguenta o intenso frio na desova, é ele que choca o ovo até aquela nova e bela criatura nascer e defende-a contra tudo e contra todos, aguentando apenas os dois toda aquela agressividade, bem como a fome, enquanto a mãe, digna do seu género, em equipa com a sua família, está distante a procurar comida para que ambos não sucumbam.


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sábado, 13 de fevereiro de 2021

Aborto - O corpo vai... mas a vida resplandece, multiplica-se e brota a eternidade da luz

Umas mulheres dizem que é um direito sobre o seu corpo para justificar a morte de um ser humano intrauterino de vontade alheia.

Outras arriscam o seu corpo (e por vezes a vida) para proteger e dar primazia a um ser humano intrauterino inocente e absolutamente indefeso.

Uns podem achar mais importante, civilizacionalmente, o primeiro cenário. O segundo não acho importante, acho absolutamente admirável e de uma dignidade humanista suprema.


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Direito à vida

Quando foi do diploma da exterminação de seres humanos intrauterinos, os liberais lá conseguiram, sem revisão, aldrabar a Constituição e (... qual célula em Marte) considerou-se que um feto não é "vida". Logo... foi possível uma lei para matá-los.

Agora que já não são fetos, são vidas plenas, como vão ultrapassar a Constituição sem alterá-la? Marcelo, sobretudo como constitucionalista, tem a obrigação de mandar esta lei da eutanásia para o Constitucional e quero ver se esta instância a deixa passar.


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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)