Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sábado, 3 de dezembro de 2016

Saladino, O Grande

"Tornou-se célebre entre os cronistas cristãos da época pela sua conduta cavalheiresca" e, apesar de ter sido o maior adversário dos cruzados, "conquistou o respeito de muitos deles, incluindo Ricardo Coração de Leão". Nunca foi uma figura odiada na Europa, antes um exemplo relativamente aos "princípios da cavalaria medieval".
Conquistando Jerusalém, soube ocupar a cidade com a mestria árabe que outrora tanto mérito deu à respetiva cultura. Respeitando as crenças religiosas de todos, os seus símbolos, nunca deixou de ser uma referência no seio da sua própria religião...ainda hoje. Ele foi, por assim dizer, um imperador árabe, porquanto unificou várias fações e tribos.
Um homem poderoso que honrou um islão que era muito mais próximo do verdadeiro do que aquele que, infelizmente, muito ouvimos hoje falar. Saladino, eventualmente, o último rosto de um universo árabe de progresso e avanço que acabaria por estagnar pouco tempo depois do seu desaparecimento.

Fonte complementar - Wk.


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domingo, 17 de abril de 2011

Em defesa da Cidade


O Barão de Ibelin tinha como missão primeira: defender o seu Rei, a Cidade e o Povo. Perante um exército incomensuravelmente superior de Saladino, ele decidiu pela razão menos lógica, investir sobre aquele exército e cumprir as suas incumbências…mesmo que a vida tivesse que ser perdida Os seus homens estavam sempre com ele. Mas advirta-se: estávamos numa época em que a honra e a coragem ainda tinham valor!
O saldo humano obviamente não lhe saiu positivo, mas poderia ter sido bastante pior não fosse a intervenção do seu Rei com os seus exércitos. Com a chegada de Balduíno IV, o Leproso, Rei de Jerusalém, foi possível estancar a mortandade, graças, sobretudo, ao seu prestígio perante os seus inimigos, tendo acordado com Saladino, enquanto grandes senhores, tréguas.
Ressalva também para Saladino, provavelmente o mais prestigiado árabe de todos os tempos. Qualificável como um Imperador Islâmico. Responsável por uma mentalidade progressista que valeu ao povo árabe um avanço sobre os demais. Daí o cognome: Saladino, o Grande.
Um filme de Ridley Scott, com Liam Neeson, Philip Glenister, Orlando Bloom, Steven Robertson, Marton Csokas, Eva Green, Brendan Gleeson, Jeremy Irons, Edward Norton, Ghassan Massoud.
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terça-feira, 27 de outubro de 2009

Saladino

É consensualmente generalizado que, por volta do século XII, a civilização árabe foi muito desenvolvida. Ficaram as sofisticadas inovações criadas, sobretudo ao nível das técnicas de cultivo, regadio e escrita, introduzidas, por exemplo, na Península Ibérica. Enquanto cultura, nós devemos bastante ao povo islâmico.

Hoje o que se vem constatando, com mediana clareza, é que os árabes, que muitos têm o nosso respeito, sempre conservaram a cultura de desenvolvimento, quando tiveram Sultões, Xeques, etc. Ou seja, antes de serem instauradas, numa História mais recente, repúblicas. Nem precisamos de falar do império egípcio e outros... Por outro lado, vejam-se hoje: o Irão, o Iraque, a Palestina, etc ?

Por seu turno, de realçar os países árabes com monarquias (usando o termo ocidental), que sem perderem a sua identidade, antes pelo contrário, usaram-nas como fonte de crescimento e desenvolvimento. Daí serem hoje países mais ricos, mais prósperos e mais cultos civilizacionalmente. São casos: Qatar, Arábia Saudita, Jordânia, Marrocos, etc.

Por fim, gostaríamos de manifestar, ao povo islâmico, a homenagem e o profundo respeito ao seu grande Rei (se calhar mais apropriado, e com as devidas adaptações, Imperador), Saladino. Exemplo ainda hoje de firmeza nos seus princípios, de tolerância e gerador de progresso para o mundo árabe. Foi o responsável pela derrota cristã advinda da (malfadada) 2.ª Cruzada. Uma nova concertação estratégica só foi possível, tempos mais tarde, com outro grande Rei, que se mostrou à altura de Saladino (onde se gerou mútuo respeito), e este foi Ricardo Coração de Leão, Rei de Inglaterra.

Saladido, homem respeitado de Ocidente a Oriente…ainda hoje.

Viva a NOVA MONARQUIA.

Para mais desenvolvimentos, consulte-se a respectiva Biografia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Saladino
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)