Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Beneficiários...

A Monarquia criou um povo e esse foi beneficiado por um Rei. 

A república (ou em sinónimo a Maçonaria) iniciou-se ilegitimamente a si própria em nome do povo, e beneficia exclusivamente os seus agentes partidários.
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terça-feira, 20 de novembro de 2012

Em 30 de Abril de 1824

«Dom Miguel, segundo filho de Dom João VI, lança uma proclamação em Portugal, com estas palavras: “Longa vida para o Rei! Longa vida para o catolicismo! Morte e destruição aos sacrilégios maçons livres”.»
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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

19 de Outubro de 1921

Fazem hoje 91 anos do "sinal" que definia aquilo que por aí vinha…

Só para relembrar: JÁ TINHAM MORTO O REI e a Monarquia Constitucional já havia sido derrubada.
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José Aníbal Marinho Gomes...

...responde a Rui Pereira, maçon, republicano e ex-ministro de Sócrates.
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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Derrubaram o Rei

E o povo que tanto apregoavam, onde está...pá?!
Há cem anos em Junho de 1912, a merenda democrática oferecida no Choupal a Afonso Costa (ao centro com 'ocolinhos' e taça de chá de parreira na mão) em Coimbra...

Apostava que neste "início de festa" só se falava francês...
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terça-feira, 25 de setembro de 2012

FUNdamentalismos do regime imposto

Fiquei perplexo (ou talvez não) quando esta tarde, na SIC Notícias, ouvia a decisão do Governo (da ré pública) sobre as Fundações.

Assim fiquei sabendo, em destaque naquele canal, que:
a) A Fundação Casa de Bragança fica sem quaisquer apoios públicos;
b) A Fundação Mário Soares sofre apenas uma redução.

Potencial facto deste desfecho governamental:
--» A primeira gera lucro próprio e a segunda gera prejuízo.

Sendo que a fundação de “Sua Majestade D. Mário I” não é auto-suficiente, determinou o Governo, da mesma malha republicana, que se continuasse a sugar dos meus impostos para alimentar e sustentar aquele organismo parasitário.

Ainda são os nossos estimados Reis que, mesmo após já terem padecido, geram lucro directo mas que sofrem, uma vez mais, o desamparo do Governo da república (quiçá oleado in casu pelo seu actual “camarada” cromático da Fundação). De ressalvar que a Fundação Casa de Bragança não precisa desse dinheiro, gera-se a si própria, mas é o mau princípio subjacente e latente que escandaliza. A Por outro lado, Soares já nem sequer é presidente da república, contudo, continua a ser pago e a ter paga a sua Fundação, repito a sua, com o dinheiro dos meus impostos…quando, curiosamente, nunca votei nele o que ainda é mais caricato.

Este é mais um clarividente e irrefutável facto que o assunto "Regime" já não pode passar incólume pelos portugueses, habitualmente impávidos e serenos, impondo-se uma indisfarçável e séria reflexão acerca da manutenção desta república de uns, mas que trás continuadamente a pobreza e a miséria a outros…os de sempre: o povo!

Viva a Monarquia; Viva o Azul e Branco do nosso País; Viva os Reis de Portugal!

 Foto - Leonardo Negrão (para a Global Imagens)
 Foto - Alberto Frias (para o Expresso)
Foto - Kira
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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Clareza translúcida

Vinha assim na 3.ª página do Primeiro Caderno do Expresso desta semana:
«Conflito
Grupo de Maçons quer expulsar Relvas do GOL

Há nova guerra na maçonaria: uma designada Loja Pátria pediu a intervenção do grão-mestre.
(…)

Os queixosos consideram “inaceitável” que a maçonaria seja “associada durante a longos meses a negócios e situações de contornos pouco claros que merecem a averiguação rigorosa, a rejeição total e a denúncia imediata de qualquer maçom”. Neste quadro, pedem ao grão-mestre que “expulse sem apelo e com agravo quem desonra os compromissos maçónicos, quer seja jardineiro ou ministro”.
(…)»

Face ao exposto, os ditos, pela denúncia, clara, corajosa e inequivocamente se identificaram com o grão «por alguém que se apresenta como “venerável mestre” da “respeitável Loja Pátria”».

Ou seja, estou clarificado…”sem apelo e com agravo” (ou será sem?).

Post Scriptum: Confesso que a maior novidade neste artigo, de Paulo Paixão com Micael Pereira, foi saber que haviam jardineiros em territórios de “pedreiros”. Não admira, portanto, que “as obras” neste País não acabem bem…
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Eles andam por aí…

É melhor irem pela função "localizar" do pc, porque se forem nome a nome...o mais certo é que vão precisar de óculos dada a extensão da lista.
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segunda-feira, 7 de maio de 2012

Assassinos “democráticos”

«Temos fama de pacíficos mas já matámos um rei»

Esta frase é de João Proença, socialista, maçónico e, por acaso, também líder da UGT. Foi proferida em entrevista ao Expresso (pág. 14 – 28/4/2012), a propósito do seu último 1.º de Maio no cargo, sendo o mais caricato desta afirmação a sua mais pura veracidade: Eles mataram mesmo o Rei, um chefe de Estado numa democracia constitucional.
Entre os vários pontos abordados pelo semanário, um deles esquadrinhava Proença se “aumentou o risco social” em Portugal. A esse o dirigente sindical respondeu: «É um risco que existe e que é reforçado se o Governo não cumprir o acordo. Toda a gente associa Portugal a um país pacífico. É pacífico, mas já matámos um rei. Por isso não abusem…». E deixa(m), uma vez mais, a ameaça a pairar…!
O problema nestas declarações resume-se a um aspecto: O facto de serem verdadeiras e terem acontecido no passado e, se é um homem “daquele círculo” que o diz, porque não levar, com as necessárias e devidas adaptações a 1910, a ameaça a sério?
Pergunto-me: como é possível e com que legitimidade subsiste uma república desta índole, onde um descendente ideológico dos assassinos que implantaram a república diz o que disse de forma clara e ninguém reflecte sobre isso? “Matámos um rei”, diz ele. Matou-se um chefe de Estado em democracia. Mataram-no de facto e muitos outros mais (inclusive republicanos e filhos da…revolução) até chegarmos onde chegamos. É por estas e por outras que me apetece entrar em frases feitas e dizer a essa elite minoritária que vem “orientando” Portugal em tempero francês: E o povo, pá?! O povo, o que teve que ver com isso?! Nada! O povo não era republicano, nunca foi...o genuíno manifesto de Maria da Fonte prova-o!
E são homens destes que gerem os nossos destinos e estamos entregues nas suas mãos…sendo geridos, a compasso e esquadro, conforme os seus interesses (pela e para a república portuguesa).
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sexta-feira, 27 de abril de 2012

Quem assassinou Sissi?

Vinha assim na página 25 do Público de 20-4-2012:

«Breivik admite que ataque à ilha de Utoya foi “plano B”

Terrorista planeava detonar três bombas em Oslo e decapitar antiga primeira-ministra Gro Harlem Brundtland

O extremista Anders Behring Breivik pretendia fazer explodir três bombas para destruir as sedes do Governo da Noruega, do Partido Trabalhista, que compõe a maioria parlamentar, e ainda o Palácio Real em Oslo. Mas, ao constatar a dificuldade em fabricar os engenhos para provocar o grau de destruição que planeara, decidiu avançar com um “plano B”: um ataque a tiro, para o qual se treinou intensivamente praticando jogos de guerra.
(…)»
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Zeca Afonso . "As sete mulheres do Minho" (1979)

Hoje fazem 25 anos da morte do homem que cantou este tema...um hino ao Miguelismo Popular!
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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

É preciso dizer mais alguma coisa ou ainda querem o desenho para esta nossa ré pública…?

No Primeiro Caderno, Expresso, de 21 de Janeiro de 2012, pág. 6, li uma coluna sob o título:
«Maçonaria perde guerra do 5 de Outubro»
Rezava o seguinte:
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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

"Tornando-se pública, perde a sua influência"...

Lido na Atual de 21-1-2012, na página 34, acerca do lançamento de um livro de António Ventura “Os Constituintes de 1911 e a Maçonaria”:
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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Rodrigo Moita de Deus em pack de 3:

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Retive este post no Estado Sentido...

Outro insuspeito, in casu Daniel Oliveira, destacado pelo Nuno Castelo-Branco no Estado Sentido:

«"Nunca devemos desprezar a importância de nos sentirmos importantes. E há tanta gente que se leva tão a sério... Já a razão porque carreiristas e traficantes se sentem bem neste tipo de organizações é bem mais fácil de compreender: mesmo que não tenham nascido para isso, elas são o lugar ideal para construir carreiras a medíocres e fazer negócios menos claros.

Mas a coisa fica bem mais grave quando percebemos que naqueles espaços se traficam, em segredo, os segredos do Estado. Ou seja, que estas organizações se apoderam, usando da sua obscuridade, de funções que a democracia reservou ao Estado."

Daniel Oliveira, no Expresso e no Arrastão»
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«As comemorações do centenário da I República começaram agora»

Um interessante apontamento da Helena Matos, no insuspeito Blasfémias.
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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Na Sábado desta última semana...

Li, e aconselho a todos ler, a revista Sábado desta última semana com o seguinte título: 
"Como a Maçonaria Conquistou o Poder em Portugal?". 
Depois de uma demonstração jornalística destas, há mais alguma dúvida sobre o estado a que chegamos?
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

Go on, palavras D'El-Rey!